O Sindicato dos Professores de Jundiaí vem recebendo, ao longo dos últimos dias, diversas ligações denunciando violações dos protocolos sanitários nas escolas da rede privada que retomaram as atividades presenciais: excesso de alunos em sala, desrespeito ao distanciamento mínimo, mal uso de máscaras e de álcool em gel. Não cabe, porém, ao sindicato fiscalizar o cumprimento dos protocolos de segurança e, por isso, encaminhamos, na última segunda-feira, dia 22/2, denúncias ao órgão municipal de Vigilância Sanitária por meio do telefone 156. Recebemos ontem, dia 25/2, resposta por e-mail indicando que serão feitas visitas de fiscalização às escolas denunciadas nos próximos […]
Notícias
Os vinte e cinco sindicatos que integram a Federação dos Professores do Estado de São Paulo - Fepesp se reuniram virtualmente na quinta-feira, 19/2, para dar início à unificação da pauta de reivindicações para a Campanha Salarial 2021 na Educação Básica. O documento tem como base as decisões das assembleias locais, realizadas pelos sindicatos em todo o estado de São Paulo.
No próximo dia 17 de fevereiro, o Sindicato dos Professores de Jundiaí promove as assembleias das professoras e dos professores do Senac, do ensino Médio e do Ensino Superior. Estará em discussão a elaboração da pauta de reivindicações dos professores e professoras do Senac São Paulo para o Acordo Coletivo de Trabalho 2021/2022 (data-base de 01/03/2021).
A reunião será realizada por meio da plataforma Meet e, para participar, é preciso se inscrever antecipadamente informando o e-mail para o qual será enviado o link para acessar a assembleia.
A presidente do Sindicato dos Professores de Jundiaí, Sandra Baraldi, protocolou, na tarde desta quarta-feira, dia 20, ofício solicitando à Unidade de Gestão de Promoção da Saúde solicitando que professoras e professores da rede particular sejam incluídos no grupo prioritário de vacinação contra a covid-19. De acordo com plano do governo estadual, as escolas paulistas começam a retomar as aulas presenciais a partir do próximo dia 1º de fevereiro.
A liberação das salas de aula sem seguir as recomendações científicas e sanitárias é irresponsável e coloca em xeque a saúde e a vida de milhares de pessoas.