Negociação começa com alerta para a categoria
A campanha salarial deste ano começou com um sinal de alerta para todas as professoras e todos os professores.
Nas primeiras rodadas de negociação, o sindicato patronal apresentou uma proposta que vai muito além da questão salarial. O documento sugere mudanças em cláusulas importantes da convenção coletiva, colocando em risco direitos históricos da categoria.
Entre os pontos apresentados estão alterações nas regras de bolsas de estudo, na assistência médico-hospitalar e em outras garantias construídas ao longo dos anos.
E é importante lembrar: esses direitos não surgiram por acaso. São fruto de décadas de mobilização e organização coletiva, conquistas que garantem condições mínimas de trabalho no ensino superior privado.
Diante disso, nossa posição é firme:
Nenhum direito a menos.
Valorização já.
O que pode mudar na convenção coletiva
A proposta patronal inclui alterações em direitos fundamentais, como:
- mudanças nas regras de bolsas de estudo para professores e dependentes
- alterações na assistência médico-hospitalar e no auxílio saúde
- mudanças em cláusulas que tratam das condições de trabalho docente
- revisão de direitos já garantidos na convenção coletiva
O que defendem professoras e professores
A pauta da categoria é clara:
- reposição integral da inflação
- aumento real de salários
- hora-atividade de 10%
- PLR de 18%
- manutenção integral dos direitos da convenção coletiva
Valorizar quem ensina é defender a qualidade da educação!