Escolas querem salários sem aumento real

Causou indignação a proposta de reajuste salarial de 5,3% apresentada pelos patrões para os professores e auxiliares do ensino básico na reunião ocorrida dia 13/03 em São Paulo.

Para os sindicatos não há justificativa para a proposta. “As escolas de educação básica estão consolidadas, não houve perda de alunos e as mensalidades foram reajustadas, em média, 10%, bem acima do proposto pelos patrões”, lembrou Celso Napolitano, presidente da Fepesp.

A anuidade escolar de 2012 foi fixada sobre uma projeção de inflação mais alta, que acabou não se concretizando. Por isso, as escolas têm recursos para dar aumento real para professores e funcionários não docentes.

Os patrões também propuseram 15% de Participação nos Lucros, bem abaixo dos 21% pagos nos últimos anos.

Os sindicatos querem a apresentação de uma nova proposta que contemple aumento real, além da reposição inflacionária, PLR de no mínimo 21% e pagamento da hora tecnológica.

Nova reunião foi marcada para 20/03, às 14h.

FONTE: FEPESP

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